O rio Caiguava (IBGE) - também conhecido por Cayuguava (Prefeitura de Piraquara e Sanepar), Caiguawa (ciclista doidão) e Cayguava (outro alguém) - é o principal desaguadouro da barragem Piraquara I. Inaugurada em 1979, a barragem abastece grande parte da água consumida em Curitiba e região. Sua construção inundou a antiga usina de bombeamento de água da região, restando hoje uma curiosa chaminé em meio à grande massa de água represada. Mais curiosa ainda é a inusitada vegetação que vingou sobre a chaminé, uma grande árvore (talvez o seja), possível de ser vista ao longe.
Referência: Guimarães, L.
Acesso: Para chegar à Represa é necessário ir até a localidade de Roça Nova, município de Piraquara. Por lá pergunte pela trilha que leva às margens da represa - ou georreferencie-se aqui!
Informações sobre Roça Nova (túnel e pedreira) você encontra por aqui mesmo.
Acesso: Para chegar ao Mirante no alto da pedreira você deve ir novamente à localidade de Roça Nova, mas agora perguntar pela pedreira no alto do túnel. Chegando ao pátio da pedreira tome a trilha que sobe, à esquerda. Siga pela trilha principal e pare antes de acabar o chão, ou você voltará à base da pedreira (só que muito rápido).
s.m. (en. open; lat. pedalis) 1. Expedição aperiódica organizada pelo o² para promover integração com viventes que manifestam desejo de participar disso aí mesmo. 2. Pedalada aberta ao público, só que sem a tobata.
(²) Isso não é uma nota.
Veja outros relatos desta mesma expedição:
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| Saída | 15/08/2009 08:00h | Curitiba - Cajuru | ||
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| Chegada | 15/08/2009 15:00h | Curitiba - Cajuru | ||
| Custo | R$ 0.00 | Compos+ | du lulis thiago arce adriano aliny caetano diogo fabricio fozzy gassner glaucio jonatan leandro luiz mildo rogerio stulzer tui vina paranistaboy | |
| Pedalada | 66.0 km | 4h 05' | 16.2 km/h | |
| Itinerário | Curitiba - Pinhais - RMs - Piraquara - Trilhas - Represa Caiguava - Roça Nova - RMs - PR415 - Curitiba | |||
Cansados de tanta lama (também pudera: acabrunhou-nos a recente trilogia medicinal imersa em água lama barro e derivados), finalmente realizamos uma expedição em um dia bonito. E, como há muito não fazíamos um opendal (este foi o segundo, por sinal), unimos providencialmente companhias agradáveis ao tempo agradável e pedalamos ao agrado de todos.
Mais organizado do que na primeira edição, este opendal foi melhor divulgado, definido, planejado e incrivelmente povoado. Nem um, nem dois, nem oito: foram vinte e um ciclistas! Vinteum! (tanta gente que até agora não descobrimos o nome do paranista - alguém?) Um opendal mega comemorativo - dentre as milhares de comemorações agregadas citamos a estréia da bike do Vina, a estréia da volta do sol, a reestréia do próprio opendal, a mudança na relação do arce, o princípio das festividades de comemoração de 6 anos do o² e mais alguma coisa que alguém deve ter dito durante o passeio.
Saímos pontualmente com 20 ciclistas (não eram 19.5 nem 18.7: pontualmente 20) de Curitiba, em busca do lendário Adriano David (que embarcou pela porta 5, em Pinhais). O Adriano, leitor antigo do site, muito já contribuiu para nosso conhecimento montanhístico, como provam algumas notas por aqui e ali.
O comboio impressionou o povo - principalmente a nós mesmos, diga-se de passagem (e de paisagem também). A opção de ir a Piraquara por vias internas rendeu um pedal agradável e com boas fotos, além de fatídicos encontros com carcaças de carros queimados e abandonados.
Apesar do bom caminho, descobrimos que ainda há informações que o GoEth não computa, como o fato de que havia uma porteira no meio do caminho, no meio do caminho havia uma pedra, digo, porteira.
Um bom trecho de subida depois, chegamos à entrada da trilha da chaminé, lado B. É, lado B porque há uma entrada oficial do outro lado (o suposto lado A), fechada pela Sanepar. Há algum tempo não percorríamos trilhas tão pedaláveis (ou pilotáveis), diversão garantida para alguns tantos minutos. No ponto mais baixo chegamos às margens da represa, parando para um pseudo-almoço.
Ao invés de voltar pela trilha (lado ruim), seguimos e descobrimos outras trilhas - e outro ponto pra descanso, com vista pra a Chaminé. Ah, se soubéssemos antes! Retomamos a trilha e... sobe? Sobe, claro que sobe! Se descemos até a represa, agora o negócio é subir até a estrada. E haja gente chorando por causa da subida! O final foi compensador, mais uma trilha divertida com direito a perdições no melhor estilo bíblico "os últimos serão os primeiros".
Chegamos à localidade de Roça Nova, seguindo direto para o alto de uma grande pedreira da região. A vista é mais impressionante do que a vista que se tem a partir da parte baixa (vide Roça Nova).
A tradicional visita ao ferroviáríssimo túnel abandonado em 1969 não poderia ser deixada de lado. Entre os poucos que encararam a travessia no escuro e úmido túnel desativado, muitos confirmam: diversão mesmo foi o trote (e o medo?) no retorno pelo túnel ativado.
De volta ao domínio do tempo (como bem disse o Lulis, conforme bem observado pelo Stulzer), sinais de civilização à vista, um acidente fotográfico quase conseguiu estragar a câmera do grupo (uma surra no melhor estilo gato-arrastado-pelo-rabo, só que sem o gato). No fim a câmera sobreviveu (êita, maquininha porreta!), as pilhas acabaram chocadas e as imagens do dia ficaram ótimas. Inclusive as digitais.
No retorno pela rodovia, a seção de vento contra anunciava a dispersão do grande grupo. Ainda assim, todos fechamos o II Opendal com a sensação de um pedal perfeito (incluindo a precisão do planejamento do Du, apesar das adversidades porteiras). Que seja sempre agradável assim - e que venham os próximos!
Texto e roteiro por Du, complementos e fotos por Lulis, mais fotos por Aliny com ípsulum, participação especial por todos os 21 participantes especiais.
Expedição publicada em 21/08/2009

Foto 6
o vina é praticamente um dinossauro das participações especiais do o²

Foto 19
essa pose de helito é pra dizer que não dá pra passar, menino da porteira?

Foto 69
o gassner, sem máscara, ao lado de todos nozes