Em Araucária está instalado o roteiro de turismo "Caminhos do Guajuvira", incluindo várias propriedades e negócios rurais, prezando pela valorização da vida no campo e contato com a natureza. Pelo percurso existem colhe-pagues e cafés rurais, além de pontos de comercialização de flores, hortaliças, bolachas, broas, tortas, artesanato, licores, entre outros. Durante os finais de semana há um ônibus que sai do centro de Araucária e percorre o roteiro parando nas principais propriedades.
Fonte: CIT- Centro de Informações Turísticas. cit@araucaria.pr.gov.br (41)3642-7773.
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| Saída | 25/09/2011 08:10h | Curitiba - Capão da Imbuia | ||
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| Chegada | 25/09/2011 16:20h | Curitiba - Capão da Imbuia | ||
| Custo | R$ 4.00 | Compos | du lulis thiago heil | |
| Pedalada | 96.8 km | 5h 55' | 16.4 km/h | |
| Itinerário | Curitiba - Araucária - R. das Araucárias - Av. dos Pinheirais - PR423 - RMs - Guajuvira - Rod. Euclides Gonçalves Ferreira - BR476 - Curitiba | |||
A Guaju é, digamos assim, uma queridinha entre as comunidades cicloturísticas. Não tem um morro palha pra se matar e nem um túnel macabro pra atravessar. Nem mesmo uma profusão de convites à gulodice no caminho do vinho. Mas reserva uma beleza peculiar, e o faz suavemente em um relevo pouco judião.
Aqui tem plantação de camomila, nunca dantes pedalada (agora sim, sóquesemabicicleta). Tem as margens do Rio Iguaçu. E tem o símbolo máximo da região, o Comercial Iguaçu (since 1960), defronte ao túnel de pedestres (com duas mãos (não os pedestres - tenham estes quantas mãos quiserem, mesmo que nenhuma - mas a passagem, essa sim, tem duas mãos)).
Com um tempo minguadinho, cortamos os crescentes caminhos Araucários (assim como cortamos uma ou outra camomila, para o bem da ciência fotográfica e humorística) acompanhados do interestadual Mr. Heil (que veio especialmente para a ocasião cíclica, como manda a tradição). A data tinha um cunho especial: o evento marcava o retorno do pedal ao Lulis (ou vice-versa) em terra brasilis, após longa viagem d'além-mar. De saco cheio, distribuiu presentes aos ciclistas carentes presentes. Em homenagem, um espumante brinde do mais autêntico exemplar da cíclica e essencial refrilosofia vaga foi devidamente servido e sorvido.
Do cortejo oficial ao ex-retirante, ausentava-se apenas o Arce - sabidamente enveredado em algum casamento em São Mateus do Sul (por hora, não o dele). Mas como nada termina enquanto não acaba, no alto de uma ex-descida (uma subida, de costas) surge em buzinaço motorizado o bezerro desgarrado. Festa, entrega dos presentes faltantes, saco vazio. Agora sim, todo grupo presente e presenteado (até quem pedalou de carro), deu-se por homologado il ritorno di luli.
Fotos por Lulis, texto e roteiro por Du, todos presentes (por Lulis).
Expedição publicada em 09/03/2012