O² Expedição

Mirante do Sumidouro

O Mirante está localizado na região de Sumidouro, entre os municípios de Almirante Tamandaré e Colombo. Com 1.111 m de altitude (número e tanto), sua visada permite avistar o centro de Colombo, muitas pedreiras da região e, ao fundo, Curitiba e a Serra do Mar paranaense.

Acesso: são dois os acessos principais: (a) Contorno Norte, entre Alm. Tamandaré e Colombo (jura?); e (b) estradas rurais nas proximidades da Igreja da Comunidade dos Franças. Este segundo acesso, muito comprometido pela erosão do solo (moto e bike passam, mas com dificuldade), possui duas entradas na base, uma usualmente muito lisa (e com galhos na ocasião da expedição) e outra usualmente muito enxarcada.

x2
Saída19/12/2010 07:45hCuritiba - Capão da Imbuia
Chegada19/12/2010 12:40hCuritiba - Capão da Imbuia
CustoR$ 2.00Composdu lulis thiago
Pedalada51.1 km3h 15'15.7 km/h
ItinerárioCuritiba - Alm. Tamandaré - Col. Antônio Prado - Colombo - Boichininga - Sumidouro - Alm. Tamandaré - Curitiba

Mirante do Sumidouro

Olha a tôrminha de bicicleta! Aonde? Ali! Mas onde? Passou. Não vi. Olha outra! Cadê? Passou. Nem vi. Se foram. Pois é. Então. Sumiram. Foi assim. Creia, gasparzinhístico leitor, o arcabouço da estória é exatamente este. Um passeio com 10 pessoas, só que sem 7 delas. Ou sem 3, dependendo do ponto de vista.

Convidados pelo macarroníssimo Tagliari, transferimos o roteiro para o GPS (mesmo confiando no LPPS (que você já deve conhecer)) e seguimos para o ponto de táxi encontro. O taxista (que, por sinal, estava no ponto) informou de que o comboio já havia saído. Como nesta hora nada funciona (celular, telepatia ou fumaça), fincamos a botina em busca do desgarrado grupo. Não-tão-desgarrado foi o prego que amplexou o pneu do Lulis, distanciando-se-me-nos ainda mais. Remenda, discute, conclui: continuemos mesmo atrasados, vai que encontramos os outros? (outros ciclistas, não outros pregos).

Viva las estradinhas! Diversão garantida nos fundilhos de Tamandaré. A las tantas resolvemos fazer um recorta-e-não-cola no roteiro, eliminando um trecho de trilha (famigerado cachorro louco) para que pudéssemos alcançar o grupo dos sete. Aqui cabe abrir parênteses para a versão deles:

"...nós fizemos o cachorro louco... quer dizer, fizemos literalmente, tivemos que construir uma ponte pra continuar, hehe... dai não fomos até o mirante, a trilha que achamos estava cheia de árvores bloqueando o caminho, a outra estava inundada, dai o pessoal tava com alvará vencendo e deixamos pra próxima..." Tagliari, por e-mail

Acredite, santoantônico leitor, não estava nos planos do destino unir os dois grupos naquele dia. Enquanto nossos amigos discutiam a engenharia da trilha do cachorro muito louco (deliberadamente saltitada por nós), nosso grupo já os tinha passado e encarava pregos (sim, outros tantos pregos, e de uma só vez!) e "galhadas" na trilha do mirante do sumidouro. Em seguida, enquanto subíamos pela precária trilha (a do mirante), a equipe dos sete escapou da trilha (a do cachorro louco), chegou à base da trilha (do mirante), maneou a cabeça e decidiu abandonar e trilhar o rumo de casa - passando o nosso grupo novamente...

Voltando ao mirante, ou melhor, chegando al mirante (pormaisque que já estivéssemos no referido município), pudemos vislumbrar as paisagens cercanas e alguns caminhos alternativos a partir dali. O visual realmente vale a pena (descontando algumas tiras que precisam ser afrouxadas). O downhill da volta é muito divertido, principalmente se visto de trás do Thiago antes de três tropeçoscorregões seus. Findo o pedal dos grupos desencontrados (cada um pro seu lado), ainda chamávamos o passeio erroneamente de "Mirante do Boichininga", nome de uma localidade próxima. Mal sabíamos que o mirante recebia um nome muito mais do que adequado para o mote sumidouro dessa história...

Relato por Du, fotos por Lulis, nome correto apontado por Jopz (segundo Dulcinéia e Parracho na RPC) no blog do Leso e confirmado por Du, roteiro por TagRouteCorporation, ausência pelos outros sete (ou por nós mesmos).

Expedição publicada em 02/04/2011

Arquivo GPX Arquivo KML Mapa Dinâmico
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Georreferências

Foto²s

Foto² 1
começando por caminhos novos, pegamos um atalho de uma quadra (a mais)

Foto² 2
típico roteiro tagleândrico, pedal estradinhas, só que sem o tag (ou com, mas com outros)

Foto² 3
um pouco de beleza amarela para compensar o solmiço matinal do astro rei

Foto² 4
não dá pra negar que o passeio foi pro meio do mato

Foto² 5
seguiremo-se-me-lo aonde flores

Foto² 6
pra não dizer que o sol não prometia, tinha hora que tinha até sombra!

Foto² 7
esse verde-planta de fundo parece mais montagem do que o quadro marronda-fit

Foto² 8
correndo (ou quase) na esperança de encontrar os outros sete

Foto² 9
e nessa altura já os havíamos passado...

Foto² 10
e nessa altura mais alta aqui também!

Foto² 11
a rosa era linda, mas segundo o du, que comeu, era amarga demais

Foto² 12
tá lá ele se apontando e falando da rosa pro thi

Foto² 13
aqui a gente achava a estrada estreita. era praticamente uma rodovia...

Foto² 14
e aqui a gente achava que estava molhada... se bem que estava mesmo

Foto² 15
operação remoção de prego (e parentes) do pneu do du

Foto² 16
tão disfarçado e tão próximo que se fosse uma cobra tinha mordido (o du, claro)

Foto² 17
tava todo mundo grilado com a trilha lisa (mais do que na foto anterior)

Foto² 18
parece não muito frequentado. ruim por um lado, bom por outro, e liso por todos os lados

Foto² 19
a chegada ao topo do mirante do sumidouro, com direito a céu abrindo!

Foto² 20
ih, rapaz, tem mais coisa abrindo aí

Foto² 21
o thiago, por outro lado (outro lado da pedra), estava mais reservado

Foto² 22
vista do mirante, só que com os miradores

Foto² 23
os miradores e a invasão das ovelhas voadoras ao fundo

Foto² 24
uma super panorâmica 360º da vista do mirante (exiba em tamanho original e viaje!)

Foto² 25
essa aqui é pano de fundo do desktop em casa e no trabalho há uns 3 meses

Foto² 26
de tão profunda a trilha é praticamente um tobogã ou um pensamento confucionista

Foto² 27
lama e escorregões à parte, a esta altura o grupo dos 7 já tinha nos passado

Foto² 28
se é que dá pra deixar a lama à parte (bom seria deixar parte da lama que levávamos)

Foto² 29
importante é não perder o bom humor. e o equilíbrio, também

Foto² 30
parada para o caldo de cana servido no ponto certo

Foto² 31
tentativa de autofagia suicida da bicicleta do lulis

Foto² 32
perto do ponto de encontro do início, só que no final (e sem encontro)

Foto² 33
arte urbana, só que sem gente

Johele
[03/04/2011 02:24h]
Nossa... o relato de vcs parece que estou lendo Mochileiro das Galáxias... rs Vi a reportagem do sumidouro, e por falar dela... a Panorâmica ficou show de bola. Preciso conhecer esses lugares, mas lógico que não sozinho!!!
Renato
[03/04/2011 10:10h]
Onde foi que vocês acharam sol?
o² expedição
[03/04/2011 16:27h]
No ano passado :)
Luiz
[03/04/2011 12:06h]
Pelo jeito as dissertações acabaram! Os caras estão botando em dia o pedal do ano passado! Quem já defendeu??
o² expedição
[03/04/2011 16:27h]
Atualizações no status da página de constituição em breve!!
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