A represa fica em um vale a cerca de 17km do centro de Palmeira, na estrada que liga a BR277 a BR376. Construída para abastecer a usina hidrelétrica de uma antiga empresa de exploração de madeira na região, a Fapelpa, hoje pertence em grande parte à Trombini. A região é muito bonita e propícia para pescaria, banhos de rio e acampamento. Pouco à frente da ponte rodoviária que delimita a represa há uma grande queda no Rio do Salto, acessível por trilhas paralelas ao rio. O camping por lá é selvagem, não há qualquer tipo de estrutura. Para os mais animados vale seguir acima da represa para ver a rústica ponte ferroviária e os destroços da antiga estação Ângelo Lopes.
![]() ![]() | ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | ![]() ![]() ![]() | x1 | ![]() |
|---|
| Saída | 11/10/2009 08:50h | Palmeira - Rio do Salto | ||
|---|---|---|---|---|
| Chegada | 11/10/2009 18:20h | Curitiba - Centro | ||
| Custo | R$ 10.00 | Compos+ | du lulis thiago arce gassner | |
| Pedalada | 117.3 km | 6h 27' | 18.2 km/h | |
| Itinerário | Rio do Salto - RMs - BR277 - Palmeira (Centro) - RMs - PR151 - RMs - Porto Amazonas - BR277 - Curitiba | |||
Graças à animação de todos e ao bom tempo que reinava em Curitiba, chegamos ainda de dia, felizes por mais um excelente expedição completada!
Calma, temporizado leitor, o dia não foi tão curto assim. Começar pela última frase poderia bem o uso do tempo “psicológico”, e não “cronológico” (aulinhas do ensino médio), mas foi somente um recurso alegórico. Isso tudo porque, segundo os critérios da ABNT do O², não se pode iniciar um texto com aquela caixinha amarelinha de diálogo (essa que está logo aí abaixo).
E era, mesmo. Um porco gigante virando sacolas de lixo ao lado da barraca dele (do Gassner, não do porco) e, conseqüentemente, segundo o mesmo (o Gassner, não o porco), comendo a barraca. Pelo porte era praticamente uma vaca, mas com um corpo de porco (só que sem a vaca). E de corpo malhado (o porco, não o Gassner), segundo nosso convidado (o Gassner, não o porco). E o medo de encarar uma porca-vaca malhada? Se pelo menos fosse listradinha...
Passada a porcaria do café-da-manhã (tomamos um leitão!), desacampamos e seguimos para o centro de Palmeira. O clima estava ainda melhor - alegria de uns, tristeza de outros (o du tomou um torrão tal que precisou pedalar todo o dia com blusa de manga comprida sob o sol a pino). Parada na praça para reforçar o café e eliminar o almoço, além de conhecer um pouco dessa simpática cidade - por sinal, bem bonitinha em todos aspectos!
Para evitar a monotonia de voltar pela BR toda vida, o roteiro se alongou por caminhos rurais ao sul de Palmeira, tangenciando Porto Amazonas (lembra?). A região é muito boa para pedalar, com um relevo ameno e digerível. Encontramos alguns cicloamigos do Gassner no caminho (no melhor estilo "se tivesse combinado não te achava!"), fazendo algo parecido com o roteiro da ponte dos arcos, só que às avessas. Ainda paramos no recanto dos papagaios (esse você deve lembrar) para falar da receptividade do Seu Alcunha e bolachear (e comer também).
Na descida da serra o Thiago ainda conseguiu a façanha de furar o pneu com louvor (perfurou a fita de proteção - sempre quebrando paradigmas!). Parte da equipe ainda teve pique para almoçar no fim do dia - mas o final, final mesmo, bem, o final você já sabe desde o começo!