O² Expedição

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Saída12/09/2009 14:15hCuritiba - Capão da Imbuia
Chegada12/09/2009 18:15hCuritiba - Capão da Imbuia
CustoR$ 2.50Composdu lulis thiago arce
Pedalada55.9 km3h 23'16.5 km/h
ItinerárioCuritiba - Almirante Tamandaré - RMs - Lamenha Pequena - Juruqui - Campo Novo - Rod. Cerne - Curitiba

Campo Novo

Parece até uma blasfêmia (ou um blasmáchio, aos que preferem), mas parou de chover em Curitiba neste setembrino mês. Por uma tarde, apenas uma tarde (nem que seja apenas por uma tarde!), parou. E isso, meu amigo, incita (ou excita, aos que preferem) a migração ciclística, mesmo que de emergência. Nem que seja apenas por uma tarde.

Nota temporal: (só que sem o temporal) Sim, uma tarde. Não foi um dia inteiro, nem somente uma manhã, muito menos uma noite e nem de longe um ou dois amanheceres. Talvez apenas um pós-almoço solsistícico - pormaisque ninguém tenha solsisticicado as tiras nessa expedição relâmpago (só que sem o relâmpago).

Incrivelmente, todos estavam desocupados após o almoço para atender à convocação geral: group at full load towards the belvedere anteater-aft (em português, aos que preferem). Mais um projeto com um pé no Hideson (mesmo depois de seis anos, ainda não cumprimos todas as propostas do site do cara!).

Estreando uma nova competência, o Thiago auxiliou a navegação com uso de planilha (mas com tio Du acompanhando no prá-lá-de-confortável e auto-didata GPS). Pra variar, o GPS deu uma gaguejada rápida e, nessa hora, a planilha provou-se realmente útil na orientação orientacional. É provável que a concentração exigida na navegação tenha dispersado inclusive os pneus do Thiago, que nem se pronunciaram (furaram, aos que preferem) como de costume nas expedições (em 99% delas).

Após percorrer confins serranos do extremo noroeste Curitibano, estávamos na divisa – pra lá de discreta – com Almirante Tamandaré, no bairro de Lamenha Pequena. De longe víamos a rodovia dos Minérios, palco de muitos, muitos outros passeios. A diversão começou mesmo no caminho para a Igreja de São Miguel, com estradas de terra bem mais receptivas do que o famigerado trecho urbano.

Alguns quilômetros à frente o elemento surpresa da expedição acabou. Encontramos um caminho de outrora, só que pelo outro lado. Estávamos seguindo para o famoso Bar do Canelinha. Se até então não sabíamos sequer em que município era aquilo, agora estava confirmado: município de Campo Magro, localidade de Campo Novo!

Nota especiarílica: É, amigo. É a pura verdade. A pura canelinha não fica em “localidade de Bar Canelinha”, e sim em Campo Novo. Aliás, nem o Bar Canelinha se chama Bar Canelinha, é “Cantina da Nona” mesmo.

A idéia era parar um pouco no bar, mas com a Rave que estava rolando o melhor foi fugir (e nós que achávamos que os jipeiros também saiam pro mato em busca de natureza, paz e sossego...). Agora sim, caminho novo! Novo e bem UP - e põe UP nisso! Um passeio ao thi, ao thi, altimetricamente relevante!

Algumas muitas subidas, muitas entradas de trilhas passadas e já estávamos no início da rodovia do Cerne, quase em Santa Felicidade. Uma travessia pelo Barigui, com direito a parada para curtir um caldo de cana no finzinho da tarde, e, enfim: finda-se a expedição que explorou a “brecha atemporal” do mês (ou janela não-chuvosa, aos que preferem).

Texto e roteiro por Du (powered by Hideson), fotos e comentários por Lulis.

Expedição publicada em 12/09/2009

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Georreferências

Foto²s

Foto² 1
cuidado com o carro! ufa, era só um gurgel...

Foto² 2
difícil classificar como asfalto a estrada de terra (ou vice versa)

Foto² 3
pra quem não conhece, esse é o arcílio

Foto² 4
e esse é o irmão do cara que pedala com ele

Foto² 5
esse era um dentista que passou por ali na hora

Foto² 6
e esse é o cara que pedala com o irmão dele

Foto² 7
estrada de terra ou asfalto é só questão de ponto de vista

Foto² 8
eu ousaria dizer que asfalto é psicológico, apenas um estado de espírito

Foto² 9
o estado de espírito é longe, chegar lá seria uma vitória

Foto² 10
pra quem pensou que era pau, a gente sentou foi na madeira - e raspadinha!

Foto² 11
tá confortável, arce?

Foto² 12
é, não choveu, mas também nem chegou a fazer sombra...

Foto² 13
estrada de terra de mão única? se eu pudesse apagar, borracharia!

Foto² 14
dá pra ver a planilha do thi? pequenas planilhas, grandes sentidos

Foto² 15
pra quem pensou que era pau, errou de novo - é um bicho-pau!

Foto² 16
aqui são cicloturistas e estradinhas - mas o bicho-pau é o bicho mesmo, né?

Foto² 17
e aqui não tem nenhum bicho-pau à mostra. nem amostra.

Foto² 18
enfim, em fim voltando pelo bairro italiano- né, santa?

Antônio Carlos Heil
[05/12/2009 18:39h]
Rapazes:encerrando a minha participação comentarística de 2.009.Pauleando as fotos,enxerguei uma baita merchandising de quem é o mais bonito dos componentes oficiais do O².Convoquem as Odete´s para elas baterem o pau, digo, martelo.Em 2.010 vou entrar na briga(charmoso do O²).
o² expedição
[06/12/2009 18:09h]
O sr. está afirmando que há um viés explícito na quantidade de aparições em fotos, válido, ainda que considerada a proporção de participação? Seria um problema com o flortógrafo talvez...
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