dia 5dia 3

O² Expedição

Área de Serviço:

Cachoeira Véu de Noiva. Dr. Pedrinho - SC.

x1
Saída22/07/2008 12:00hBenedito Novo - Cachoeira do Zinco
Chegada22/07/2008 17:00hDr. Pedrinho - Cachoeira Véu de Noiva
CustoR$ 11.00Composdu lulis thiago arce
Pedalada43.9 km3h 03'14.4 km/h
ItinerárioCachoeira do Zinco - RMs - Dr. Pedrinho - RMs - Cachoeira Véu de Noiva

Vale Europeu · dia 4

Após uma tão comentada, complicada e noturna chegada no dia anterior, nosso dia começou com a esperança de realmente chegar de dia no próximo destino. Com apenas 44 km, esse foi o dia reservado para descanso e pedalada tranquila.

Depois de ter que subir quase toda a serra para chegar no Campo do Zinco, finalmente iríamos conhecer a tal cachoeira do zinco (não é a do três, nem a do quatro, é a do zinco). O salto realmente impressiona. O lado divertido é que a vista é obtida a partir de um platô na altura do topo da cachoeira (nessa hora a gente até esquece o quanto teve que subir).

Não ficamos muito tempo no mirante e nem descemos para conhecer a base da cachoeira, por problema de tempo de duas espécies: tempo ruim (tava aquele friozinho, tempo fechado) e falta de tempo (só porque a quilometragem era baixa nos demos o direito de sair meio-dia).

Falando em tempo, já é tempo de contar que a descida valeu a pena. Todos aqueles muito metros de altitude no escuro na noite anterior se converteram em uma excelente descida de serra por estrada de terra.

Ainda no município de Benedito Novo, seguimos pelas entranhas chegando até a uma Igreja com a arquitetura típica da região, Enxaimel. Deveras interessante. Na verdade o que nos chamou atenção foi a acústica da escada da igreja.

Intervenção: O primeiro editor deve estar "out of little house" (conhecido vulgarmente por "fora da casinha"). Que absurdo discutir a acústica de uma escada! Se bem que, AH, sim! Aquela escada! É verdade, fazia um "woum woum woum" quando subíamos batendo a sapatilha... Tá, tá. ok, pode continuar!

Em seguida a vida continuou só alegria, uma estrada de terra acompanhou um rio até chegar na cidade de Dr. Pedrinho (sim, nós acompanhamos a estrada, que acompanhou o rio... ô companheirismo!). A cidade é bem pequena mas tem um mercadinho (que está diretamente ligado ao fato de ter uma cidade e uma igreja) onde aproveitamos para abastecer.

Ao contrário da ordem do Circuito Vale Europeu, resolvemos seguir mais 12km até a propriedade onde se situa a Cachoeira Véu-de-Noiva-do-norte-de-Dr-Pedrinho (afinal, nesse Brasil tem mais cachoeira véu-de-noiva do que gente (só nesse Brasil aqui, em outro Brasil eu já não sei - não ponho minha mão no brasido por isso!)). Fomos muito bem recebidos e após um jantar recheado de laranjas (tinha pé-de-laranja em volta de todo camping), fechamos a noite com um brigadeiro de frigideira (pela primeira vez no o²!).

Foto²s

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até que de dia dá pra ver bem longe daqui, hein?!

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entendi porque do campo no nome

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arce com problemas nesse traseiro de volta. troca o pneu de uma vez!

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muito, muito espaçoso, mais espaçoso que nós

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falando em espaço, espaço para fazer comida

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e daí thiago, se divertindo com a máquina que estava escondida? é, lá no dia 2...

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não se engane, tem apenas 1m de altura essa queda

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mas pelo jeito depois dela, a água vai descer muuuuuito

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não se assusta não aguinha, logo logo você chega lá em baixo

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oh loco, é uma serrinha mesmo!

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falando em água caindo, não é que chegamos mesmo ao salto do zinco?

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tentando esconder a máquina na árvore ou o contrário?

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acho que o arce quase conseguiu posicionar a máquina. no lulis

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tudo isso é só pq os ciclistas estão sentados no pau. brincadeira, hein?!

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uma hora tem que descer mesmo, que tal

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não du, por aí não, ainda mais com a minha bike

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parem de cuidar tanto do passado homens, olhem pra frente, o caminhão.. o caminhão!!

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a ponte.. a ponte.. aponte para o lugar que eu tenho que ir, navegador! tô perdido!

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vocês fiquem paradinhas aí que eu fico de boa por aqui

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estrada com alta divertibilidade, vai dizer que não?

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e a estrada se enche de flores para a chegada dos ciclistas alados

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pra que essa correria toda na escada com barulho engraçado, thiago?

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ah.. agora eu entendi. haha

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segundo as normas técnicas, o caminho é denominado como baita pinguela

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um rio com arvores lavadoras de copo nas margens, que linda mata ciliar

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alguém se desbarrancou para arrancar essa foto

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e então arce, gostou da maneira como cortam a grama ou quer fazer algum adendo?

Foto² 125
tá ficando cada vez mais inóspito esse circuito, quase não passa mais ciclista

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em compensação passa tobata. o melhor jeito de passear por aqui com a família é esse

Foto² 127
falando em tobata, aí vão os três ciclistas tobatados, só que sem as tobatas

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eu também achei a piada anterior complexa, mas talvez não tenha sentido nenhum mesmo

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falando em sentido, tenho sentido a minha visão meio embaçada

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ah, no o², não tem nenhum formoso não, vamos pro outro lado

Foto² 131
pateticamente preparado mas muito apreciado!

· essa expedição não acabou ·

Terminou a viagem por hoje?
Não deixe amanhã de lado: dia 5

Mauricio Sievers
[30/07/2010 16:10h]
Moleza essa pedalada amigos. Voces não são de nada. ...uns molengas mesmooooooo kkk abrAÇÃO
Alberto H. Molinari
[17/10/2012 16:10h]
Maaaaaassa demais! Não deem bola para o invejoso acima (huá huá). A sub-hospedagem que vocês buscaram é por que o circuito não oferece o que preste, por falta de grana ou uma vontade de demonstrar que é possível se divertir com poucos recursos?
o² expedição
[17/10/2012 21:47h]
Fala, Alberto! O circuito oferece todo tipo de acomodação, pra todos os gostos. Mas a nossa intenção sempre é essa: divertir-se-mo-nos com pouco! E se procurar bem no site vai ver nessa viagem só rolou acomodação de luxo =D Hábraços!
Alberto H. Molinari
[19/10/2012 18:33h]
Desatrelar as práticas esportivas do consumismo - perfeito! Então aproveito para perguntar: vocês buscam minimizar custos também nas bicicletas? Neste sentido, sugiro uma pergunta para o FAQ: "QUE BICICLETAS E EQUIPAMENTOS VOCÊS UTILIZAM?". Isso ajudaria a nós iniciantes.
o² expedição
[21/10/2012 11:13h]
Monástico Alberto, o equipamento é algo muito pessoal para generalizarmos mesmo entre nós componentes, mas procuramos um equilíbrio que permita um mínimo de segurança, saúde e conforto - sem exageros. Obrigado pela sugestão para o FAQ, estamos considerando com cuidado, pois não queremos induzir ninguém nem favorecer fabricantes (afinal, ninguém nos paga pra isso). E, acima tudo, queremos passar a idéia de que pedalar é possível com qualquer equipamento e um pouco de bom senso (ou não)! Grande hábraço!!!
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