O² Expedição

O Morro da Cruz

O Morro da Cruz em questão fica em Colombo, acessível por uma estrada de saibro que parte da rodovia que leva às Grutas do Bacaetava. Frisamos o em questão porque, assim como churrascaria do gaúcho e pastelaria do Wung-Fu, todo mundo conhece algum outro morro da cruz em algum lugar.

Pela estradinha precária, cerca de 1,35 km de pura subida, qualquer um pode chegar ao alto do morro - seja a pé, de carro, !bicicleta!, cavalo, burrinho... Se você é uma senhora religiosa e quer fortalecer sua fé peregrinando até o alto do morro no intento de benzer-se aos pés da cruz, recomendamos utilizar um carro - e com muita cautela (e mais fé ainda).

A Lenda dos Paraquens

Lendas são animais inanimados imateriais auto-sustentáveis e muito férteis, surgidos de não-se-sabe-onde, que procriam-se geometricamente na mente humana, solidificando suas bases na constante pseudo-comprovação dos fatos a eles atribuídos. Assim, vinda de não-se-sabe-onde, nasceu e vem se firmando dentro do grupo a lenda dos paraquens.

Reza a lenda que, sempre que realizar-se um evento relacionado diretamente à data comemorativa de nascimento de um componente, os paraquens reunem-se interferem de diversas maneiras no cotidiano do homenageado, garantindo sua ausência na comemoração. Desta forma os demais componentes nunca poderão cantar parabéns, justamente por não ter paraquens.

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Saída05/03/2005 08:45hCuritiba - Tarumã
Chegada05/03/2005 13:27hCuritiba - Tarumã
CustoR$ 2.00Composdu lulis cheps thiago
Pedalada57.0 km2h 54'19.7 km/h
ItinerárioCuritiba - Rodovia da Uva - Colombo - Estrada do Bacaetava - Trilhas - Rodovia da Uva - Curitiba

Morro da Cruz

O morro da cruz é um roteiro histórico do O², realizado desde as primeiras pedaladas rústicas primitivas pré-divelas, finalmente publicado nesta que deve ser a sua 3ª ou 4ª edição. Por que só agora? Porque ele é tão antigo que nossa última visita antecede a fundação do grupo... Nosso desejo era levar todos os componentes a conhecer este trajeto, o que realizamos de maneira fracionada e incompleta. Fracionada, sim, pois foram diversas levas de ciclistas, e incompleta porque o Arce não foi, reforçando a lenda dos paraquens.

A vista do alto do morro, em dias de céu limpo, é espetacular, ideal para filosofar e pensar um pouco sobre a vida. Vê-se desde o centro de Colombo até Curitiba - e mesmo alguns pontos longínquos da serra do mar. Podemos dizer que, literalmente, enxerga-se até onde a vista alcança. Senhoras religiosas, não esqueçam seus óculos.

Apesar da representativa ausência do arce - ah, lendários paraquens - realizamos uma festa surpresa com direito a bolo do aniversariante.

Iniciamos então a descida pelo chamado "lado ruim" do morro, trilha ideal para ser transposta de moto ou bicicleta. Tão adequada que o constante atrito dos pneus da motos de trilha tornou-a um verdadeiro complexo de pequenas valetas. Recomendamos cuidado aos ciclistas pois qualquer descuido pode danificar o passador de marchas traseiro (não vá enterrar o pobre macaquinho). Descendo rápido e com a trilha úmida sofremos, inevitavelmente, diversos tombos assistidos - capotagens no melhor estilo "sair da bike a tempo de assisti-la virando".

O passeio é recomendando pra ciclistas que estão cansados de voltinhas no barigui mas ainda não tomaram coragem de viajar até a praia. Identificou-se, foi? Use as georeferências para chegar até lá!

texto por Du e Lulis.

Expedição publicada em 18/06/2005

Arquivo GPX Arquivo KML Mapa Dinâmico
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Georreferências

Foto²s

Foto² 1
o morro da cruz - tente encontrá-la, está aí sim!

Foto² 2
a estrada que leva ao topo do morro

Foto² 3
agito no topo do morro, na base da cruz

Foto² 4
o arce certamente esteve tão presente quanto ausente

Foto² 5
recorde de panorâmica! uns 370º compostos por 20 fotos...

Foto² 6
a capelinha, a cruz, o morro, odois

Foto² 7
o du se enterrando junto com o macaquinho

Foto² 8
esse lado ruim dá orgulho de chamar de trilha!

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